Bolsonaro não tem previsão de alta após internação por broncopneumonia

Ex-presidente foi internado pela manhã após um quadro de vômitos e calafrios na prisão

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não tem previsão de alta após nova internação nesta sexta-feira (13). O capitão reformado do Exército está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star com um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.

Segundo o médico Leandro Echenique, Bolsonaro está recebendo medicação e em processo de hidratação, ficando internado por pelo menos sete dias. O profissional informou ainda que foi o quadro de pneumonia mais grave que o ex-presidente já apresentou desde que começou a apresentar problemas de saúde em decorrência da facada sofrida, ainda em 2018.

“Indo para o momento atual, na madrugada ele teve febre e calafrios intensos, ele ficou com falta de ar e episódios de vômito. Quando ele foi atendido lá a saturação de 80%. Foi muito oportuno a vinda dele rapidamente ao hospital. Porque nesse quadro se ele demora uma hora já faz diferença”, declarou.

Mais cedo, o cardiologista Brasil Caiado informou que o caso de Bolsonaro é o mais grave entre as internações recentes. De acordo com o médico, Bolsonaro começou a passar mal por volta das 2h da madrugada, quando apresentou febre alta, dor de cabeça intensa, calafrios e forte mal-estar.

Ele foi inicialmente atendido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Na avaliação inicial, a equipe médica responsável pela saúde de Bolsonaro na Papudinha, onde ele cumpre pena por tentativa de golpe, suspeitou de um quadro infeccioso.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.
Repórter de política em Brasília, com foco na cobertura dos Três Poderes. É formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e atuou por três anos na CNN Brasil, onde integrou a equipe de cobertura política na capital federal. Foi finalista do Prêmio de Jornalismo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2023.

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