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BDMG cobra aval do governo federal para captação de recursos internacionais

O vice-presidente do banco, Antônio Claret, e o deputado federal Newton Cardoso Júnior se reuniram com a ministra Simone Tebet em Brasília. 

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Ministra Simone Tebet (MDB), vice-presidente do BDMG, Antônio Claret (Novo), e deputado federal Newton Cardoso Júnior (MDB)
Ministra Simone Tebet (MDB), vice-presidente do BDMG, Antônio Claret (Novo), e deputado federal Newton Cardoso Júnior  • Divulgação

O deputado federal, Newton Cardoso Júnior (MDB) e vice-presidente do BDMG, Antônio Claret (Novo), se reuniram com a ministra do planejamento, Simone Tebet (MDB), nesta terça-feira (10) para tentar viabilizar recursos estrangeiros para entidade financeira.

O banco estatal mineiro precisa de aval do governo federal para receber repasses de bancos internacionais e abrir linhas de crédito específicas. A captação foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais, mas depende da liberação da União. "O BDMG é um banco muito especializado na captação de recursos de bancos de multilaterais internacionais, uma captação fundamental e inovadora está sendo viabilizada pelo banco. São U$ 200 milhões, que são mais de R$1bi hoje, e de forma inovadora vai permitir construção de escolas, projetos de nave. Na área de saúde, na área de saneamento, infraestrutura para todos os municípios mineiros que têm baixa IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) ", afirmou o emedebista após a reunião.

De acordo com o parlamentar, a proposta prevê financiamentos que visam o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da ONU e incluiu projetos de energia verde, de energia renovável, igualdade de gênero e empoderamento feminino, concedendo financiamento de crédito barato para pequenas e microempresas comandadas por mulheres.

Segundo Newton Cardoso Júnior, o parecer da União é crucial. "A liberação desse financiamento através do BDMG precisa do aval do governo para as contragarantias que devem ser prestadas, isso é fundamental para a Minas Gerais".

Os dois saíram confiantes na interlocução da ministra. A decisão sobre o parecer da União é pautada por uma orientação da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), já existente, e que foi usada para autorizar uma operação do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

 

 

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