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Ao sair em defesa de Dellagnol, Michelle defende impeachment de autoridades que violem a legislação

A pré-candidata ao Senado pelo DF reforçou o argumento do ex-procurador e chamou a decisão do TSE de 'perseguição'; Deltan foi barrado porque, se fosse eleito, poderia ser cassado por está respondendo processo administrativo no MPF

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Reprodução/Redes Sociais

A candidata ao Senado pelo Distrito Federal Michelle Bolsonaro (PL) saiu em defesa de Deltan Dallagnol (Novo) após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em suspender os atos de campanha do ex-procurador da Lava Jato. Deltan seria candidato ao Senado pelo Paraná, mas teve o registro de candidatura impedido pela Corte que entendeu que ele tinha deixado o Ministério Público Federal (MPF) enquanto respondia a procedimentos administrativos que poderiam, caso resultassem em punição, provocar sua inelegibilidade pela Lei da Ficha Limpa.

Pelas redes sociais, nesta segunda-feira (21), Michelle classificou a medida como uma “perseguição”. Para ela, o TSE não é imparcial na decisão.

“O sistema escolheu um lado e, agora, persegue todos os que se opõem aos seus interesses, independentemente de Partido. Deltan é mais uma vítima dessa perseguição”, escreveu.

Pela falta de imparcialidade, ela defendeu o impeachment de autoridades que violem a legislação. A publicação digital foi acompanhada de uma foto ao lado de Dallagnol e das mensagens: “Força, Deltan”, “Impeachment de Autoridades Violadoras das Leis”.

A manifestação de Michelle ocorre dois dias depois da determinação em caráter liminar pelo ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques. O magistrado atendeu ao pedido da Coligação Paraná Para Todos e a Federação Brasil da Esperança que questionaram a candidatura após o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) autorizar a continuidade. Na ocasião, Floriano afirmou que a decisão do tribunal regional foi tomada em “afronta” ao TSE e “sem o mínimo respaldo jurídico”.

Ao saber da decisão, Dallagnol reagiu afirmando que recorrerá. Em vídeo publicado nas redes sociais, o candidato criticou Floriano e associou a decisão à relação acadêmica do ministro do TSE com Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), tem cinco anos de experiência na comunicação política. Desde a reportagem, no Correio Braziliense, até a assessoria parlamentar. Em 2024, atuou em campanha eleitoral majoritária. Especialista em gerenciamento de crise e construção de imagem. Na Itatiaia, escreve para o portal, em Brasília.

 

 

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