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Havaí procura voluntários para cuidar de porcos resgatados e oferece hospedagem gratuita

Santuário de animais na ilha do Havaí busca voluntários maiores de idade para trabalhar 20 horas por semana em troca de acomodação e serviços básicos

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Havaí procura voluntários para cuidar de porcos resgatados
Selah’s Pig Sanctuary/Divulgação

Já imaginou passar alguns meses no Havaí e acordar todos os dias cercado por simpáticos porquinhos resgatados? Essa é a oportunidade oferecida pelo Selah's Pig Sanctuary, um pequeno santuário localizado em Keaau, na Ilha Grande do Havaí, nos Estados Unidos.

A organização sem fins lucrativos procura voluntários dispostos a dedicar cerca de 20 horas por semana aos cuidados dos animais. Em troca, os participantes podem morar gratuitamente dentro das instalações do santuário, com acesso a serviços básicos, como eletricidade e internet. O benefício é estimado em cerca de US$ 1 mil por mês.

A proposta é voltada para pessoas maiores de idade que tenham interesse no bem-estar animal, disposição para realizar atividades físicas e conforto para trabalhar ao ar livre em um ambiente rural.

O que os voluntários precisam fazer

As atividades envolvem principalmente os cuidados diários com os porcos. Entre as tarefas estão alimentar os animais, garantir água limpa, limpar os espaços onde eles ficam e ajudar na manutenção das instalações.

Os voluntários também podem participar de trabalhos de jardinagem, manutenção do terreno, atividades de divulgação e visitas guiadas pelo santuário. Não é obrigatório ter experiência anterior com animais, embora conhecimentos relacionados sejam considerados um diferencial.

Além das 20 horas semanais de trabalho, os participantes precisam morar no local durante o período do voluntariado e respeitar as regras de convivência. O santuário dá preferência a pessoas que possam permanecer por vários meses, com estadias estimadas entre três e seis meses.

Hospedagem não significa viagem totalmente gratuita

Apesar de a acomodação ser oferecida sem custo, os voluntários precisam arcar com diversas despesas. A passagem até o Havaí, alimentação, transporte durante a permanência, seguro médico e outros gastos pessoais ficam por conta de cada participante.

Dependendo da disponibilidade, a acomodação pode ser em um quarto privado ou em um espaço compartilhado com outros voluntários.

Santuário nasceu depois do resgate de uma porquinha

A história do santuário começou com uma pequena porca chamada Selah. A fundadora da organização, pesquisadora da University of Hawaiʻi at Mānoa, encontrou o animal quando ele tinha apenas alguns dias de vida. A mãe da porquinha havia morrido, e ela não conseguiria sobreviver sozinha.

A fundadora decidiu cuidar do animal e deu a ele o nome de Selah. Durante a pandemia de Covid-19, a porquinha se tornou sua companhia e, posteriormente, a experiência acabou dando origem ao santuário que leva seu nome.

Atualmente, o projeto busca oferecer um espaço seguro para porcos vítimas de abandono, maus-tratos ou negligência. A organização também pretende aproximar as pessoas dos animais e estimular uma relação mais respeitosa com a natureza.

Quem tiver interesse em participar precisa enviar um currículo e uma carta de motivação explicando por que deseja trabalhar com o bem-estar animal e fazer parte do projeto.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.

 

 

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