Saiba o que homem acusado de tentar matar Trump em jantar disse em tribunal
Cole Tomas Allen está preso desde 25 de abril, quando o jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca foi interrompido por um ataque a tiros

Cole Tomas Allen, de 31 anos, se declarou inocente nesta segunda-feira (11). O homem é acusado de tentar matar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca no fim de abril.
O homem compareceu a um tribunal distrital federal em Washington D.C, capital do país.
Ele enfrenta as seguintes acusações:
- Tentar matar o presidente dos EUA, Donald Trump;
- Porte de arma de fogo;
- Agressão contra um agente federal com arma letal.
Cole Tomas Allen é morador de Torrance, na Califórnia, onde trabalhava como professor. Ele foi preso no dia do jantar, em 25 de abril, e acusado formalmente no dia 27.
Investigadores enviaram à Justiça provas de que ele teria sido o atirador no evento, com o intuito de manter o suspeito preso.
Allen teria tirado foto com armas antes de ataque
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou um documento apontando que o homem acusado de tentar matar o presidente Donald Trump tirou uma foto com armamentos, pouco antes de tentar invadir o jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca.

Na imagem, Allen estava em um quarto do hotel Washington Hilton — onde acontecia o evento de Trump com jornalistas — com uma bolsa de munição, um coldre de arma no ombro e uma faca. Ele vestia roupas pretas, com uma gravata vermelha.
O ataque
O tradicional jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca em 25 de abril — evento anual em que o presidente dos EUA se reúne com jornalistas — foi interrompido após tiros serem ouvidos. Na ocasião, Donald Trump foi retirado às pressas do hotel em Washington, onde acontecia o jantar.
Jornalistas e autoridades que estavam no local se agacharam e tentaram se proteger do ataque. Foram efetuados ao menos cinco disparos. O suspeito foi localizado e preso por agentes do Serviço Secreto.
Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.



