Suspeito de cometer ataque a tiros em jantar de Trump fazia parte de fraternidade cristã
Allen invadiu o Hotel Washington Hilton no sábado (25) e efetuou disparos com uma espingarda

Cole Tomas Allen, de 31 anos, principal suspeito de cometer um ataque a tros durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em um hotel em Washington, nos Estados Unidos, frequentava uma fraternidade cristã na faculdade e é filho de um líder evangélico, informou o jornal The New York Times.
Allen invadiu o Hotel Washington Hilton no sábado (25) e efetuou disparos com uma espingarda. Ele tinha como alvo autoridades do governo de Donald Trump. Cole foi a tribunal nesta segunda-feira (27) e se tornou réu por transportar uma arma de fogo e munição com a intenção de cometer um delito; disparar uma arma de fogo durante um crime violento; e tentativa de assassinar o presidente dos Estados Unidos, o crime mais grave dos três.
O rapaz é o mais velho de quatro irmãos. O pai dele se descreve nas redes sociais como líder da Grace Torrance, uma igreja protestante em Torrance, na Califórnia, local onde ele mora. Cole Tomas também fazia parte de uma fraternidade cristã no campus do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
"Ele era definitivamente um forte defensor do cristianismo evangélico na época em que o conheci", disse uma integrante do mesmo grupo ao The New York Times.
Professores de Allen relataram que ele era um "aluno muito bom" e que ficaram chocados com o ato. Ele planejou o ataque e deixou um manifesto pronto, se denominando "Assassino Federal Amigável".
Ataque a tiros
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado do jantar às pressas durante os disparos, e outras autoridades do alto escalão do governo norte-americano foram protegidas por agentes do FBI durante a ocorrência.
Foram efetuados ao menos cinco disparos. Cole Tomas Allen, de 31 anos, será acusado de usar arma de fogo durante crime violento e de agredir um agente federal utilizando uma arma perigosa.
Allen é morador de Torrance, na Califórnia, onde trabalha como tutor. Ele tinha como alvo autoridades ligadas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Um agente do Serviço Secreto foi baleado.
Após a ocorrência, Trump elogiou os agentes do Serviço Secreto e afirmou que o momento foi traumático. Trump disse ainda que o suspeito era uma pessoa "muito doente".
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.



