Psicopatas e pedófilos? Quem são os agressores de crianças e mulheres e por quê
Especial mostra que a maioria dos agressores é conhecida da vítima e que os crimes acontecem, principalmente, dentro de casa

Chamar homens que cometem violência contra mulheres e crianças de “monstros”, “psicopatas” ou “doentes” pode até reforçar a indignação diante dos crimes, mas também pode atrapalhar o enfrentamento de um problema que atinge mulheres de todas as idades, raças e classes sociais - e que não para de crescer.
Na quarta matéria do especial “O raio-x da violência contra a mulher em Minas Gerais”, produzido pela Itatiaia com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) entre 2010 e 2025, especialistas explicam que, ao tratar o agressor como alguém fora da realidade, distante do convívio social, a sociedade ignora que, na maioria dos casos, ele é um homem comum - presente dentro de casa, nas famílias e nas relações de confiança -, inserido em uma cultura que ainda ensina que a mulher não é vista como ser humano.
Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.
Repórter de política da Itatiaia, é jornalista formado pela UFMG com graduação também em Relações Públicas. Foi repórter de cidades no Hoje em Dia. No jornal Estado de Minas, trabalhou na editoria de Política com contribuições para a coluna do caderno e para o suplemento de literatura.
Jornalista formado pela Newton Paiva. É repórter da rádio Itatiaia desde 2013, com atuação em todas editorias. Atualmente, está como editor de Cidades, Brasil e Mundo.


