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Roubo milionário no Museu do Louvre: suspeitos dizem que receberiam até 25 mil euros

Depoimento à polícia francesa reforça suspeita de que ação foi encomendada; joias históricas seguem desaparecidas

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Museu do Louvre foi evacuado às pressas após ameaça de atentado terrorista
Museu do Louvre • Pixabay

As investigações sobre o roubo de joias históricas do Museu do Louvre, em Paris, ganharam um novo capítulo. Os dois principais suspeitos presos pelo crime afirmaram durante depoimento à polícia francesa que aceitariam participar da ação em troca de um pagamento entre 20 mil e 25 mil euros (R$ 117 mil a R$ 146 mil), segundo informações divulgadas pelo jornal francês Le Parisien.

De acordo com o relato, os homens disseram ter sido recrutados por um intermediário, que teria organizado a operação. Eles afirmaram não conhecer a identidade do suposto mandante do roubo, o que reforça a hipótese de que o assalto tenha sido planejado por uma organização criminosa maior.

O assalto aconteceu em outubro de 2025 e ficou marcado pela rapidez da execução. Em poucos minutos, criminosos invadiram uma das galerias do Louvre e levaram peças pertencentes às históricas Joias da Coroa Francesa. Entre os objetos roubados estavam tiaras, colares, brincos e broches de valor histórico considerado inestimável.

Mesmo após meses de investigação, as joias ainda não foram recuperadas. As autoridades francesas seguem tentando descobrir quem financiou o crime e para onde as peças foram levadas após a fuga dos assaltantes.

Segundo as informações divulgadas pela imprensa francesa, os suspeitos admitiram participação no roubo, mas negaram ser os responsáveis pelo planejamento da ação. Eles afirmaram que apenas executaram a missão em troca da recompensa prometida.

Os investigadores acreditam que o caso está longe de ser encerrado. A polícia trabalha para identificar outros envolvidos e esclarecer quem comandou uma das maiores ações criminosas já registradas contra o museu mais visitado do mundo.

O roubo mobilizou centenas de investigadores desde o dia do crime e permanece entre os casos de maior repercussão na França. Apesar das prisões já realizadas, o paradeiro das joias continua sendo um dos principais mistérios da investigação.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.