Protestos tomam conta de cidades da Grécia após governo propor jornadas de 13h
Governo afirma que a medida é opcional e projetada para oferecer oportunidades de emprego mais flexíveis; já os sindicatos dizem que ela pode minar os direitos dos trabalhadores

As cidades e Atenas e Pireu, na Grécia, foram palco de protestos de estudantes funcionários públicos devido a uma proposta de reforma trabalhista que permitiria que trabalhadores com apenas um emprego tenham jornadas de até 13 horas por dia, recebendo 40% das horas extras.
Segundo a Reuters, o governo afirma que a medida é opcional e projetada para oferecer oportunidades de emprego mais flexíveis. Porém, os sindicatos argumentam que ela pode minar os direitos dos trabalhadores, especialmente daqueles em cargos precários ou de baixa remuneração.
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Serviços de balsa chegaram a ser interrompidos no porto de Pireu. Um representante sindical do local chamou o projeto de lei de "monstruoso" e afirmou que a redução de pessoal e a falta de medidas de segurança colocam em risco a tripulação e os passageiros.
Outros serviços públicos do país inteiro foram interrompidos pela greve.
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.



