Homem morre após ataque de tubarão em praia na Austrália; é a 4ª morte do tipo no país em 2026
Vítima foi mordida enquanto nadava a cerca de 50 metros da costa; praias da região de Sorrento foram fechadas após o ataque

Um homem morreu após ser atacado por um tubarão, enquanto nadava em frente à praia de Sorrento, uma área popular perto de Perth, na Austrália Ocidental, nesta sexta-feira (18). O caso foi confirmado pelas autoridades locais e é o quarto registrado no país neste ano.
"Recebemos a informação de que um homem havia sido mordido por um tubarão enquanto nadava", informou um porta-voz da polícia em um comunicado. "O homem morreu em consequência do ataque", acrescentou.
O ataque aconteceu a cerca de 50 metros da costa, segundo a organização de salvamento marítimo Surf Life Saving WA. A espécie do tubarão envolvido ainda não foi identificada.
Helicópteros e embarcações da polícia realizaram buscas no mar, em frente à praia de Sorrento, depois que os serviços de emergência foram acionados. As autoridades fecharam as praias da região até novo aviso.
A imprensa local divulgou relatos de testemunhas apontando terem visto sangue na água após o ataque.
Ataques frequentes
É o segundo ataque de tubarão registrado nesta semana na Austrália Ocidental. Dias antes, um homem perdeu parte de uma perna depois de ser mordido na praia de Glenfield, no Norte de Perth.
Outros ataques fatais também aconteceram neste ano, em diferentes partes do país:
- Em janeiro, um menino de 12 anos morreu após ser atacado enquanto nadava na baía de Sydney.
- Entre maio e junho, três mergulhadores morreram em incidentes separados, dois deles na Austrália Ocidental e um em Queensland.
- No mês de junho, uma mulher precisou passar por uma amputação de parte do braço esquerdo após ser atacada por um tubarão em uma das praias mais populares de Sydney.
Ainda segundo divulgado pela imprensa local, cerca de 1.300 incidentes envolvendo ataques de tubarão foram registrados na Austrália desde 1791. Mais de 260 dos casos foram fatais.
Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.



