O grupo libanês pró-Irã Hezbollah informou neste sábado (14) que estava em “confrontos diretos” com o exército israelense na localidade de Jiam, no sul do Líbano.
Os confrontos começaram às 21h20 (16h20 no horário de Brasília) e envolveram “armas leves e de pequeno calibre, assim como projéteis do tipo foguete”, segundo um comunicado. O grupo ainda acrescentou que atacou forças israelenses em três localidades fronteiriças.
Desde o início da guerra no Oriente Médio, após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra o Irã, o exército israelense passou a realizar
No território libanês, mais de 667 mil pessoas se cadastraram em uma plataforma governamental para
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), cerca de 120 mil dos deslocados estão abrigados em locais coletivos designados pelo governo, enquanto outros estão com familiares ou ainda procuram acomodação.
“Diante da crescente insegurança e do acesso restrito a serviços essenciais, essas famílias estão deixando as áreas afetadas”, acrescentou, especificando que o órgão “está trabalhando com as autoridades nacionais e parceiros para avaliar as necessidades emergentes e fortalecer sua preparação diante do aumento dos movimentos populacionais”.
Em sua declaração, o Acnur enfatizou ainda “a necessidade urgente de proteger os civis, manter o acesso humanitário e garantir fronteiras abertas para aqueles que buscam segurança, em conformidade com as obrigações internacionais”.
O número de mortos em decorrência dos ataques israelenses ao Líbano é de 773 pessoas, incluindo 103 crianças, e o número de feridos chegou a 1.933 desde o início da guerra entre Israel e o Hezbollah, em 2 de março, informou o Ministério da Saúde nessa sexta-feira (13). O balanço divulgado pelas autoridades no dia anterior foi de 687.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, lançou nesta sexta-feira um apelo por US$ 325 milhões (R$ 1,7 bilhão) em ajuda humanitária para apoiar o Líbano na crise de deslocados causada pela guerra.
*Com informações da AFP
(Sob supervisão de Rayllan Oliveira)