EUA confirmam três soldados mortos e cinco feridos em ataque contra o Irã
Ataque dos Estados Unidos resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã

O Comando Central dos EUA informou, neste domingo (1º), que três militares americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos durante o ataque dos Estados Unidos contra o Irã, que resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país.
"Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões e estão em processo de retorno ao serviço. As principais operações de combate continuam e nossos esforços de resposta estão em andamento", escreveu o Comando Central dos EUA no X.
Segundo o comunicado, a identidade das vítimas e mais informações não serão divulgadas até 24 horas após a notificação dos familiares "por respeito às famílias".
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O conflito
No sábado (29), Donald Trump anunciou que os Estados Unidos iniciaram “grandes operações de combate” contra o Irã, com o objetivo de neutralizar as forças armadas iranianas e desmantelar o programa nuclear do país. Em vídeo publicado na rede Truth Social, o presidente acusou Teerã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e afirmou que os EUA “não aguentam mais”.
Israel também confirmou ataques contra alvos iranianos. Diferentemente da ofensiva anterior, realizada em junho de 2025, as ações mais recentes ocorreram à luz do dia, na madrugada de sábado, primeiro dia útil da semana no Irã, enquanto milhões de pessoas se deslocavam para o trabalho e para a escola.
De acordo com a CNN Internacional, a atual operação pode se estender por vários dias, ao contrário da incursão anterior, que terminou em poucas horas. A emissora informou ainda que Khamenei estava entre os alvos da primeira onda de ataques, ao lado de outros integrantes da cúpula iraniana.
Em retaliação, o regime iraniano lançou uma ofensiva considerada sem precedentes no Oriente Médio. Explosões foram registradas em países que abrigam bases militares norte-americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
* Com informações de CNN
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