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Diplomatas americanos viajam a Caracas para estudar reabertura de embaixada

Viagem acontece dias após o ataque ordenado por Trump na capital da Venezuela; diplomatas esperam 'sinal verde' do presidente dos EUA

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De acordo com a ONG Foro Penal, 15 solturas foram realizadas durante a madrugada desta segunda-feira (12) • Divulgação/Loterias Caixa

Diplomatas dos Estados Unidos viajaram a Caracas, nesta sexta-feira (9), para avaliar a reabertura da embaixada que está fechada desde 2019. A informação foi confirmada por um funcionário, sob anonimato, à AFP.

O encarregado de negócios dos EUA na Colômbia, país vizinho à Venezuela, e outros membros foram até a capital para “realizar uma avaliação inicial de uma possível retomada gradual das operações”, disse a fonte.

O país norte-americano fechou a embaixada em Caracas e os diplomatas deixaram o país em março de 2019, pouco tempo depois de Washington e aliados europeus e latino-americanos declararem a eleição de Nicolás Maduro ilegítima e irregular.

O fechamento da missão diplomática em Caracas fez com que os Estados Unidos passasse a conduzir as operações para a Venezuela a partir da embaixada vizinha na Colômbia, onde também não contam com um embaixador titular pleno.

Com o ataque em Caracas, ordenado pelo presidente dos EUA, no último sábado (3), diplomatas esperam o sinal verde de Donald Trump para reabrir a embaixada. Na data, as forças norte-americanas derrubaram Maduro e o retiraram do país, junto com a esposa dele.

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Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.