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Ataque da Rússia à Ucrânia deixa um morto e atinge central de ambulâncias em Kiev

Bombardeio durante a madrugada provocou incêndios, deixou profissionais de saúde feridos e danificou prédios residenciais na capital ucraniana

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Ataques ocorreram em Kiev, na Ucrânia • ROMAN PILIPEY / AFP

Ao menos uma pessoa morreu e outras ficaram feridas após uma série de ataques com mísseis e drones lançados pela Rússia contra Kiev, capital da Ucrânia, na madrugada desta quinta-feira (2). A informação foi confirmada pelas autoridades locais.

O chefe da administração militar de Kiev, Tymur Tkachenko, afirmou que a vítima morreu em consequência dos bombardeios. "Infelizmente, uma pessoa foi morta pelo ataque inimigo", escreveu em publicação no Telegram.

Os ataques ocorreram poucas horas depois de o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, anunciar, durante visita à Irlanda, que retornaria imediatamente ao país após receber informações de que a Rússia preparava uma ofensiva "em grande escala" contra a capital.

Durante a madrugada, a Força Aérea ucraniana emitiu alertas para a aproximação de mísseis balísticos e de cruzeiro. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, também informou que drones russos atingiram diferentes regiões da cidade.

Segundo Klitschko, um edifício que abriga uma central de ambulâncias foi danificado no centro da capital. Cinco profissionais de saúde ficaram feridos, entre eles um paramédico que está em estado crítico.

Além disso, o prefeito informou que o telhado de um edifício residencial de vários andares pegou fogo em outro distrito da cidade. Equipes de resgate também atuaram para retirar moradores que ficaram presos em um prédio de nove pavimentos atingido pelos ataques.

Jornalistas relataram ter ouvido fortes explosões durante a madrugada. Após a primeira detonação, uma coluna de fumaça e chamas pôde ser vista no centro de Kiev. Cerca de 50 minutos depois, uma segunda explosão lançou destroços pelo ar. Bombeiros e equipes de emergência foram mobilizados para atender as ocorrências, enquanto moradores buscavam abrigo nas estações subterrâneas e outros locais de proteção.

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