Adolescente de 15 anos é acusado de balear 11 pessoas na Flórida, nos Estados Unidos
Jovem identificado como Anthony Rivers III foi preso no domingo (25) e será processado como adulto por tentativa de homicídio em segundo grau e posse de arma de fogo por um menor infrator no país

A Justiça dos Estados Unidos acusa um adolescente de 15 anos, identificado como Anthony Rivers III, por tentativa de homicídio em segundo grau e posse de arma de fogo por um menor infrator no país, após 11 pessoas serem baleadas no último sábado (24) na Flórida.
Anthony Rivers III foi preso no domingo (25) e será processo como adulto. As informações foram fornecidas pela polícia de Tallahassee e pelo promotor estadual Jack Campbell à CNN Internacional.
O adolescente passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (26) e foi determinado que ele permanecesse detido.
A investigação do caso indica que aconteceu um confronto físico entre "indivíduos que se conheciam" antes de serem efetuados o disparos, as proximidades do estádio de futebol americano da Florida A&M University.
De acordo com o chefe da polícia de Tallhassee, Lawrence Revell, nenhuma das pessoas atingidas era o "alvo pretendido". Poucos detalhes sobre a ocorrência foram divulgadas, após o juiz acatar um pedido para manter sob sigilo o mandado de prisão e a declaração juramentada que o fundamenta.
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O que se sabe?
O caso foi registrado nas proximidades do estádio de futebol americano da Florida A&M University, no sábado (24), poucas horas após o jogo comemorativo da instituição, no qual a University of Arkansas-Pine Bluff venceu os FAMU Rattlers por 31 a 28. Não está claro se isso teve alguma relação com a partida.
Seis jovens, incluindo uma criança de 11 anos, estão entre os feridos. Ninguém morreu. Até domingo (25), cinco pessoas haviam recebido alta hospitalar, enquanto seis permaneciam internadas — entre elas, uma em estado crítico.
Os investigadores criaram um canal para denúncias sobre o caso, destinado ao envio de provas:
"Precisamos da ajuda da nossa comunidade. Nenhum detalhe é insignificante, e nenhuma informação deve deixar de ser relatada. Se você sabe de algo, por favor, compartilhe com nossos investigadores. Sua informação pode ser a chave para responsabilizar os autores", afirmou a polícia de Tallahassee.
A reitora da Florida A&M, Marva Johnson, incentivou qualquer pessoa que possua informações a entrar em contato por meio da linha de denúncias, acrescentando que a polícia de Tallahassee está conduzindo a investigação.
Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.



