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Como escolher o vinho ideal para cada ocasião e tornar qualquer encontro especial

Especialistas apontam que acertar na escolha do vinho depende menos de conhecimento técnico e mais de contexto, planejamento e combinação com o momento à mesa

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Escolher um vinho para um jantar, encontro entre amigos ou celebração costuma parecer uma tarefa reservada aos especialistas. Mas, na prática, a decisão tem menos relação com dominar dominar rótulos e mais com entender a ocasião, quem estará presente e como a experiência será construída do começo ao fim.

Segundo uma análise publicada pelo site argentino Infobae, um dos erros mais comuns acontece justamente quando o vinho fica para o fim do planejamento. Enquanto o cardápio normalmente recebe atenção antecipada, a bebida acaba sendo decidida às pressas. E isso pode influenciar diretamente a percepção da refeição como um todo.

A lógica defendida por especialistas do universo gastronômico é que um vinho bem escolhido não precisa roubar a cena, mas tem potencial para elevar toda a experiência à mesa.

Entre as recomendações destacadas está uma ideia que contraria o hábito de muita gente: não pensar em apenas uma garrafa para toda a ocasião. A sugestão é imaginar o encontro em etapas, como acontece com a comida.

Se houver petiscos ou entrada, vale começar por opções mais leves e refrescantes. Depois, conforme os pratos ganham intensidade, os vinhos também podem evoluir em estrutura e corpo.

Para encontros mais descontraídos ou refeições com diferentes momentos, a proposta é seguir uma sequência gradual:

  • Início com espumantes, brancos ou rosés mais frescos
  • Etapa intermediária com brancos mais estruturados ou tintos leves
  • Encerramento com vinhos de maior corpo e perfil mais marcante, que também possam acompanhar a conversa após a refeição

Outro ponto destacado é que harmonizar não significa seguir regras rígidas. O contexto pesa tanto quanto o prato servido. Uma reunião informal entre amigos pede escolhas diferentes de um jantar formal, assim como grupos familiares costumam ter dinâmicas distintas de encontros profissionais.

A quantidade de pessoas também entra na conta. Levar mais de uma garrafa pode ampliar as possibilidades e evitar que a experiência fique limitada a um único estilo de vinho. Além disso, sobras não precisam ser desperdício: uma garrafa fechada novamente e armazenada corretamente pode continuar agradável por alguns dias.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.