O mexicano Sergio Pérez movimentou os bastidores da
Atualmente na Cadillac, Pérez foi piloto da equipe austríaca entre os anos de 2021 e 2024. Por lá, o mexicano conquistou cinco das seis vitórias da carreira.
“Tínhamos uma equipe para dominar o esporte pelos próximos dez anos, mas infelizmente tudo acabou. Era uma equipe complicada. Ser companheiro de Max já é difícil, mas ser companheiro de Max na RBR é o pior trabalho que existe na F1. Todos se esqueceram do quão difícil é estar esse assento. Eu sabia o que me aguardava. O projeto era feito para Max”, afirmou Pérez.
Adiante, o mexicano revelou que em uma conversa com Christian Horner, ex-CEO e chefe de equipe da Red Bull, escutou que caso pudesse, a escuderia optaria por correr com apenas um carro.
“Na primeira vez que sentei com Christian (Horner) ele disse: ‘Olha, vamos correr com dois carros porque é obrigatório. Mas esse projeto foi criado para Max. Max é nosso talento’. Eu disse: ‘Não importa. Estando aqui, vou desenvolver o carro e apoiar a equipe”, disse o mexicano.
Rodízio de pilotos
Posteriormente, Pérez expôs uma conversa com Horner na despedida da equipe. O mexicano questionou o “ex-chefão” da Red Bull o que ele faria caso Liam Lawson não desse certo à bordo do carro da escuderia.
“Na minha despedida, falei a Christian: ‘O que você vai fazer quando não der certo com Liam?’ Ele disse ‘Temos Yuki’. Perguntei: ‘O que vai fazer quando não funcionar com Yuki?’. Ele respondeu: ‘Temos muitos pilotos”, expôs.