Paulo Bracks, Chief Sports Officer (CSO) do
O dirigente alvinegro reclama de um pênalti não marcado a favor da equipe no primeiro tempo. No lance, Cuello tentou se desvenciliar da marcação e caiu dentro da área, mas o árbitro Vinícius Gomes do Amaral não assinalou a penalidade. O VAR Leonardo Rotondo Pinto também optou por não chamar o dono do apito para revisar o lance.
Bracks também citou outros lances em que sentiu o Atlético prejudicado no Estadual: o gol de Cuello anulado contra o América, pela quarta rodada, no Independência, e um pênalti não marcado em Bernard, no clássico contra o Cruzeiro, pela quinta rodada, na Arena MRV.
“Não estamos transferindo nenhuma responsabilidade pelo mau resultado, mais um mau resultado dentro de casa no Campeonato Mineiro. Mas, a sequência de erros está nos prejudicando e eu quero entender o que está acontecendo”, disse Bracks.
“O pênalti no Bernard, no clássico, que a gente ganhou... o gol mal anulado do Cuello, contra o América, que a gente empatou o jogo... e o pênalti hoje, no Cuello, no primeiro tempo. Para nós, se não foi claro o pênalti, no minímo tem a dúvida do pênalti, e o VAR tem que chamar para verificar, como verificou o lance do Vitor Hugo, que foi pênalti”, completou.
Veja o pronunciamento completo
“Não estamos transferindo nenhuma responsabilidade pelo mau resultado, mais um mau resultado dentro de casa no Campeonato Mineiro. Mas, a sequência de erros está nos prejudicando e eu quero entender o que está acontecendo
O pênalti no Bernard, no clássico, que a gente ganhou... o gol mal anulado do Cuello, contra o América, que a gente empatou o jogo... e o pênalti hoje, no Cuello, no primeiro tempo. Para nós, se não foi claro o pênalti, no minímo tem a dúvida do pênalti, e o VAR tem que chamar para verificar, como verificou o lance do Vitor Hugo, que foi pênalti
É um pronunciamento para deixar claro que não estamos transferindo, mas que estamos atentos que são erros que estão nos prejudicando, são três erros graves nessa primeira fase do Campeonato Mineiro. Não posso deixar passar.
A gente ainda esteve na CBF por conta daquele impedimento ou não, milimétrico, contra o Palmeiras aqui. A gente está atento, preocupados e não vamos deixar passar. E, de novo, sem transferir (a responsabilidade).
Nunca vi um tabu desse (só um pênalti a favor no Brasileirão do ano passado). É estranho. Mas vamos entender primeiro regionalmente critérios e o que está acontecendo. A gente não quer ser favorecido, a gente só não quer ser prejudicado”