CEO do
Pedro Daniel citou o “Galo 2030”, planejamento já comentado por outros diretores do Atlético que ele segue colocando em prática. O CEO citou a necessidade do clube ser assertivo no mercado.
“Fizemos um desenho de médio a longo prazo, que chamamos de ‘Galo 2030'. Onde queremos que o Galo esteja em 2030? As contratações e toda esta discussão do departamento de futebol, já estamos pensando nesta linha. Todo este mapeamento que fizemos está pensando que, neste primeiro ano, não temos orçamentos como os de Palmeiras e Flamengo, por exemplo. Temos que ser muito mais assertivos e eficientes nas tomadas de decisão para poder ser competitivo”, iniciou.
O CEO atleticano destacou estar confiante com relação as movimentações feitas nesta janela para que o Galo tenha um desempenho melhor do que em 2025: “Acho que o perfil que traçamos e estamos executando está melhor do que no último ano”.
Até o momento, o Atlético contratou seis jogadores (Renan Lodi, Maycon, Alan Minda, Preciado, Victor Hugo e Cassierra), e se despediu de outros 12 (Átila, Vera, Saravia, Caio Paulista, Robert Santos, João Marcelo, Arana, Isaac, Gabriel Menino, Rony, Biel e Robert).
Influência do CEO no futebol do Galo
Uma dúvida comum do torcedor é qual a influência e o poder que o CEO possui nas contratações feitas ou não pelo Atlético. Pedro Daniel explicou que o cargo dele responde pelo futebol e trabalha dia a dia em debate com Paulo Bracks, executivo de futebol.
“Temos que lembrar que é uma SAF, que é uma empresa de futebol. O CEO responde pelo futebol. Cada área tem a sua diretoria. No futebol, tem o Paulo Bracks, que reporta a mim. Me perguntam se eu participo da decisão de contratar um atleta. Temos a comissão técnica, que vê as necessidades do dia a dia, temos o CIGA, que faz todo mapeamento e desenho de perfil de atleta. O Bracks discute comigo a parte financeira, estrutural, perfil, técnica e financeira. Tomamos decisão em conjunto, obviamente com participação do conselho”, explicou.
Pedro Daniel chegou ao Atlético no fim de 2025 para substituir Bruno Muzzi. Ele tem a missão de controlar a vida financeira do clube e ao mesmo manter um elenco competitivo.