Polícia faz operação para prender suspeitos do atentado ao Fortaleza
Sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão estão sendo executados na manhã desta sexta-feira (15), no Recife; seis jogadores ficaram feridos após ataque em fevereiro

Segundo informação da Secretaria de Segurança Pública de Pernambuco (SDS), 60 agentes participaram das buscas. A diretoria do Fortaleza tem cobrado diariamente a responsabilização criminal aos culpados do ataque.
O ataque
O ataque com bomba e pedras ocorreu no trajeto do ônibus da Arena de Pernambuco, na região metropolitana do Recife, até o hotel na capital pernambucana onde o grupo do Fortaleza estava dormiria após o 1 a 1 contra o Sport pela Copa do Nordeste. A investigação aponta que torcedores da equipe pernambucana prepararam a emboscada.
Seis jogadores ficaram feridos: o goleiro João Ricardo, os laterais Gonzalo Escobar e Dudu, os zagueiros Titi e Brítez e o volante Lucas Sasha. Escobar apresentou o caso mais grave, ao levar uma pancada na cabeça de um estilhaço maior.
Titi teve que retirar um fragmento da perna direita e perdeu vários dias de treinamento. Todos já estão à disposição do técnico Juan Pablo Vojvoda.
O atacante Marinho e o lateral-direito Tinga relataram momentos de terror, e o CEO da SAF do clube, Marcelo Paz, disse que o time não entraria em campo até os culpados serem punidos. No fim, o Fortaleza teve dois jogos adiados, mas por causa do calendário teve que cumprir seus compromissos.
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Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



