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Fernando Diniz rebate críticas em mais um tropeço do Vasco em São Januário

Cruzmaltino dominou a partida diante da Chapecoense, mas acabou sendo castigado com um empate no final

Fernando Diniz em entrevista coletiva pelo Vasco

O técnico Fernando Diniz rebateu as críticas que sofreu com mais um tropeço do Vasco jogando em São Januário. Nesta quinta-feira (5), o Cruzmaltino empatou com a Chapecoense, por 1 a 1, depois de dominar os 90 minutos de jogo.

Apesar de considerar o resultado como ‘frustrante’, Diniz fez questão de rechaçar qualquer problema da equipe em ter dificuldades para vencer partidas. Desta vez, para ele faltou aproveitar as inúmeras chances de gol.

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“Acho que treinamento não está faltando. A bola pode entrar a qualquer momento, como entrou cinco contra o Inter, seis contra o Santos, quatro em outros momentos. Hoje teimou em não entrar e a gente lamenta muito por isso. Muito frustrante pelo resultado. Em termos de desempenho, não. Uma partida que a gente teve o domínio completo, time jogou bem, produziu muitas chances de gol e ofereceu muitas poucas chances”, lamentou o técnico.

Diniz afirmou que o seu sistema defensivo não teve dificuldades contra a Chapecoense e também esclareceu questionamentos sobre a fragilidade do setor.

“Não achei o sistema defensivo frágil, alguns jogadores cansaram, a gente começou a errar passe e tomar transição, e a Chapecoense tinha que se lançar para frente. Acho que por estar ganhando de 1 a 0, o número de chances que a gente perdeu, é natural ter um certo nervosismo. Eu acho que no final do jogo, pelo nervosismo, estava todo mundo muito incomodado de não ter ganho do Madureira, de ter perdido para o Mirassol, e aí a gente fez uma falta desnecessária e tomamos o gol. Eles finalizaram quatro bolas o jogo todo. Isso é um jogo de futebol, os caras vão finalizar alguma vez”, comentou.

Sem nervosismo

Ainda em tom de exaltar a atuação do Vasco, o treinador afirmou que a equipe não ficou nervosa em momento algum a pressão exercida pela Chapecoense nos minutos finais.

“Naquela hora não podia abrir o jogo e a gente acelerou sem necessidade e errou alguns passes. A gente não tinha errado quase no jogo inteiro aí nesse momento final a gente errou uns quatro passes fáceis. Demos posse a Chapecoense e eles se lançaram ao ataque. Especificamente no fim do jogo, acho que a gente precisava de um pouco mais de tranquilidade da posse. Só que você atrai o adversário e vai ter que fazer uso do goleiro, porque vai ser pressionado e vai ter que dar passe para trás. Tem que saber jogar com isso. Às vezes sai com bola longa ou com bola curta. Depende do que o jogo pedir’, explicou.

O Vasco entra em campo pelo Campeonato Carioca, no domingo (8), às 18h (de Brasília), em São Januário, diante do Botafogo.

Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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