Técnico do Fluminense explica Ganso e Cano como reservas
Eduardo Barros, auxiliar de Fernando Diniz, explica que os dois atletas foram preservados visando partida da Libertadores

Com Fernando Diniz suspenso, coube a Eduardo Barros dirigir o Fluminense neste sábado (24), contra o Bahia, pela 12ª rodada do Brasileirão. Da área técnica do Maracanã, o auxiliar viu o time sair atrás, mas virar a partida no segundo e vencer por 2 a 1, mesmo jogando com um atleta a menos.. Após a partida, Barros explicou a opção por começar o jogo com Ganso e Germán Cano entre os reservas.
"Nos precisávamos deixar Cano e Ganso, que são jogadores que não têm a mesma recuperação de jogadores mais jovens, mais frescos para o jogo de terça, que é decisivo, talvez o mais importante da temporada até aqui", explicou Eduardo Barros, referindo-se ao jogo contra o Sporting Cristal, do Peru.
Agora, o Fluminense as atenções para a Libertadores Na terça, volta ao Maracanã e recebe o Sporting Cristal-PER, na rodada final do Grupo D. A partida será às 21h (de Brasília). Pelo Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso tricolor será contra o São Paulo, no Morumbi, no próximo domingo (2), às 16h.
Confira outras respostas de Eduardo Barros após a vitória sobre o Bahia:
Análise da partida
"O gol, a favor ou contra, muda o jogo. Quem sofre tende a se lançar um pouco mais. Quem fez, muitas vezes, não precisa assumir uma postura ofensiva. Pelo momento que estamos vivendo, de bons jogos, mas com o resultado não acompanhando o desempenho, o gol afetou a equipe emocionalmente. Não conseguimos sustentar o bom momento.
Apesar da expulsão, mostramos sinais de recuperação no primeiro tempo. Fizemos ajstes no intervalo para voltar com uma postura agressiva. Os jogadores, que estão unidos, fechados, mobilizados, foram brilhantes e conseguiram uma merecida virada."
Impacto da entrada de Lelê e Pirani no estilo do time
"O Lelê tem uma característica diferente do Cano em relação aos tipos de movimentos que faz, por seu biotipo, por sua velocidade. O Cano é um goleador. O Lelê, por sua característica, depende de outro movimento.
A essência do time não muda jogando com Pirani e Lelê ou com Ganso e Cano. Os pilares da equipe se mantém. Precisam fazer o jogo pedido, seja um jogo de controle, de aproximação, outras vezes de mais bola longa. O futebol exige.
Nossa equipe não jogou diferente. Foram 30 minutos iniciais do melhor Fluminense que já observamos nesta temporada."
Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.
