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Para o técnico, novamente, a falta de atenção em um oportunidade acabou sendo crucial para
“No futebol, eu falo pra eles, eu conto duas, três histórias, para eles, uma delas é o seguinte: ninguém pega o filho de dois anos, um ano e meio, vai ao shopping, sai andando e dá as costas. No futebol é a mesma coisa. Você tem que estar ligado, tem que estar focado o tempo todo. Eu falo pra eles, eles têm tudo. O presidente está aqui não é porque ele está aqui, o presidente dá tudo pra eles, merecidamente eles têm tudo. Agora, numa hora e meia, eles têm que dar o máximo, tem que ter a entrega, tem que ter o foco por tudo que eles têm na vida”, disparou.
Ele lamentou também a dificuldade que o Fluminense teve em transformar as diversas chances em gol. O treinador deixou o campo satisfeito com a atuação e se mostrou confiante para a volta.
“Não aproveitamos as oportunidades que tivemos, principalmente com o Canobbio no primeiro tempo cara a cara com o goleiro. O gol anulado do Serna, detalhezinho. As duas oportunidades, principalmente logo no início do segundo tempo. Não aproveitamos as oportunidades que nós mesmos criamos, e, infelizmente, faltou a concentração necessária no gol que nós tomamos. Foram as duas coisas. No futebol, eu sempre falo isso, o juiz apitou a coisa vai acontecer, a favor ou contra”, afirmou.
Qualquer empate classifica o time baiano, assim como uma vitória do Tricolor de Aço. Se o Fluminense vencer por um gol de diferença, a partida vai para os pênaltis. Quem avançar pega o vencedor do confronto entre
Fluminense e Bahia se enfrentam no dia 10 de setembro, numa quinta-feira, às 19h (de Brasília), no Maracanã. Antes disso, o Tricolor vai até a Vila Belmiro, no domingo (31), às 16h (de Brasília), encarar o