Integrado ao time profissional do
Segundo ele, a pressão existe independente de ter o mesmo nome do pai, mas o fato pode aumentar ainda mais a expectativa.
“A pressão eu acho que sempre vai ter, até pelo jogador que meu pai foi, mas eu converso muito com ele, a gente conversa muito, e é lógico que eu vou continuar o legado dos “Melos”. Mas quero criar a minha trajetória, criar o meu nome”, comentou em entrevista ao ge.com, completando:
“É uma interação igual a de todos os pais (com os filhos), eu acho. Sempre depois de treino, depois de jogo, a gente senta para ver os vídeos. Ele fala onde eu tenho que melhorar, o que eu acertei, mas é uma crítica construtiva. É mais para me ajudar, para ver melhora em cima. As críticas dele são saudáveis, sim”, completou.
Cria do sub-17, o volante de 20 anos estreou nos profissionais este ano. O dia 17 de janeiro, no duelo contra o Boavista pelo Carioca, tornou-se um marco definitivo em sua trajetória. Ele fez sua estreia profissional.
“Foi um dia de muita felicidade para mim e para minha família. Eu estava bem nervoso no dia, acordei e já estava com a esperança de estrear. Na hora do jogo, estava uma gritaria do caramba, aí o Maxi (Cuberas, auxiliar de Zubeldía) me chamou e deu um frio na barriga. Eu estava nervoso, mas graças a Deus pude estrear bem. Nas primeiras participações ali, o passe foi meio forte, rápido, mas depois fiquei mais tranquilo”, celebrou.