A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou pedidos formais à Fifa e Uefa para que as entidades tenham rigor para punir os envolvidos no
O documento, assinado pelo presidente Samir Xaud, a CBF pediu monitoramento da Fifa sobre o caso e que a UEFA adote todas as medidas necessárias para identificar e punir os culpados pelas injúrias raciais.
Em particular à entidade máxima do futebol, a CBF agradeceu o apoio do presidente Gianni Infantino no caso. A Fifa mudou recentemente artigos do código disciplinar para oferecer novos mecanismos e formas de combater e erradicar a discriminação do futebol.
Já para a Uefa, a CBF destacou o combate da entidade contra o racismo, além do pedido formal para “uma investigação minuciosa sobre os atos” contra Vini e que levem em consideração o testemunho das pessoas presentes.
Entenda o caso
Logo após comemorar o golaço que marcou para decidir a partida, aos cinco minutos do segundo tempo, o camisa 7 do Real Madrid se dirigiu em direção ao árbitro e relatou algo dito por Gianluca Prestianni, do Benfica.
Com isso, o jogo foi interrompido pelo dono do apito para cumprimento do “Protocolo Antirracismo”. O clima em campo esquentou, e jogadores de ambas as equipes passaram a discutir. Vini Jr. chegou a ser contido pelo treinador José Mourinho, do time português, durante o bate-boca.
A partida foi reiniciada oito minutos após a interrupção.
Após o jogo, Vini se pronunciou citando que “racistas são covardes”. Já