A empresa que comprou o direito de
Uma fonte confidenciou à reportagem que os antigos dirigentes da SAF impediram apenas que o clássico contra o Atlético e o confronto com o Flamengo fossem realizados longe da capital mineira. Esses dois jogos, obrigatoriamente, deveriam acontecer no Mineirão.
Entretanto, a empresa que comprou os mandos de campo poderia escolher, dentre os confrontos marcados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), dois jogos contra “grandes clubes” e duas partidas com adversários do “segundo escalão” da Série A do Brasileiro.
Inicialmente, Ronaldo Fenômeno havia vendido quatro mandos do Cruzeiro para o grupo Metrópoles, da Capital Federal. Com o esforço de Pedro Lourenço, atual dono da SAF cruzeirense, o acordo que foi reduzido para duas partidas.
Os novos dirigentes celestes até tentaram desfazer todo o acordo com a devolução do dinheiro, mas a proposta não foi aceita. Por isso, os duelos
Venda do mando de campo
A comercialização do mando de campo foi realizada sob o comando de Gabriel Lima, CEO do clube à época. O Cruzeiro não jogará no Mineirão diante do
Em 2024,
Procurado pela reportagem, o Cruzeiro, ainda em junho, confirmou as negociações por meio de nota, mas não deu detalhes. “
“Como um clube nacional, com uma numerosa e apaixonada torcida em todo o Brasil, o Cruzeiro entende ser importante poder proporcionar esta proximidade e sensação de pertencimento para todos os seus torcedores”, completou o clube.