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Com partida de Zagallo, todos os titulares do título mundial de 1958 já morreram

Da geração bicampeã do mundo em 1958 e 1962, apenas sete jogadores estão vivos

Com a morte de Zagallo na noite desta sexta-feira (5), no Rio de Janeiro, aos 92 anos, os 11 titulares da Seleção Brasileira que foi campeã do mundo em 1958, na Suécia, estão mortos.

Gylmar; Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. O primeiro esquadrão a fazer do Brasil um campeão mundial não tem mais ninguém vivo.

Da geração bicampeã do mundo em 1958 e 1962, no Chile, são apenas sete os jogadores vivos.

Dino Sani e Mazzola, que estão vivos, chegaram a ser titulares do time de Vicente Feola em 1958, mas apenas na primeira fase, pois perderam seus lugares para Zito e Pelé, respectivamente.

Moacyr e Pepe foram reservas durante toda a campanha, este último o suplente de Zagallo, que antes da Copa era cotado para ser cortado, pois além do Canhão da Vila, Canhoteiro também aparecia à sua frente na lista dos favoritos a viajarem à Suécia.

Do elenco de 1962, o único titular vivo é Amarildo, que foi o substituto de Pelé, que se machucou logo na segunda rodada da fase de grupos, num empate sem gols com a Tchecoslováquia.

Além dele e de Pepe, que também integrou o grupo que foi ao Chile, estão vivos Mengálvio e Jair da Costa.

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