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Promotora diz que Diddy atacava mulheres que se negavam a participar de festas

Nesta segunda-feira (12) acontece primeiro dia de julgamento do caso Diddy, envolvendo acusações de extorsão, tráfico sexual e transporte para fins de prostituição

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Diddy está preso desde o dia 16 de setembro

O rapper Sean “Diddy” Combs começa a ser julgado nesta nesta-segunda-feira (12) pelas acusações dos crimes de extorsão, tráfico sexual e transporte para fins de prostituição. Emily Johnson, uma das promotoras, afirmou que ele atraía mulheres para relacionamentos românticos, forçava as vítimas a participar de festas sexuais com drogas e as chateava com vídeos dos encontros.

O advogado de defesa de Diddy, Teny Geragos, rebateu. Para ele, os promotores estavam tentando transformar os relacionamentos românticos de Combs em um caso de extorsão e tráfico sexual. “Sean Combs é um homem complicado, mas esse não é um caso complicado. Esse caso trata de escolhas voluntárias feitas por adultos capazes em relacionamentos consensuais”, disse.

P. Diddy se declarou inocente dos crimes dos quais foi acusado. Caso seja condenado, ele pode pegar, no mínimo, 15 anos de prisão. Ele também é sujeito a prisão perpétua.

O julgamento deve durar dois meses. Os jurados ainda vão ouvir o depoimento de três ou quatro acusadoras do rapper, além de seus ex-funcionários, que, segundo os promotores, ajudaram a organizar e encobrir suas ações. A cantora de R&B Cassandra Ventura, ex-namorada de Combs e conhecida profissionalmente como Cassie, está entre as primeiras testemunhas que deverão depor.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.