Artistas e políticos lamentaram a
Nas redes sociais, o dramaturgo e escritor Walcyr Carrasco disse que “Manoel Carlos foi inspiração para todos os novelistas”. “Adeus, Manoel Carlos. Você foi, mas também fica nas suas obras”, disse em vídeo. O autor Luciano Szafir também homenageou o escritor.
“Obrigado por tantas histórias, por tantos encontros, por tantas emoções que atravessaram gerações. Sua obra permanece viva na memória, no afeto e no coração do Brasil”, escreveu Szafir. A atriz Gabriela Duarte foi outra personalidade a homenagear Manoel Carlos, a quem se referiu como Maneco, apelido pelo qual ele era chamado.
“Serei eternamente grata a você, Maneco, por ter dado a grande chance profissional da minha vida. Se não fosse você, toda a minha história poderia ter sido diferente”, destacou.
Leia também
Lilia Cabral, que já trabalhou com o autor, mas
Autoridades políticas também lamentaram a morte do escritor. Entre eles, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD). “Um dos maiores cronistas do jeito de ser carioca. Meus sentimentos aos amigos e familiares. Viva Manoel Carlos!”, publicou.
O governador Cláudio Castro (PL) disse que o Rio de Janeiro perdeu um “de seus maiores apaixonados”. “Grande amante do Rio, ele ajudou a projetar nosso estado para o mundo, transformando nossas paisagens e o cotidiano em cenários vivos de suas tramas, sempre exaltando a beleza, os costumes e a alma do nosso povo”, escreveu Castro.
Manoel Carlos
Conhecido como Maneco, Manoel Carlos construiu uma carreira de mais de cinco décadas na televisão brasileira, com forte ligação com a
Entre seus principais trabalhos estão “Por Amor” (1997), “Laços de Família” (2000), “Mulheres Apaixonadas” (2003) e “Baila Comigo” (1981). Suas produções abordavam temas como família, ética, amor, traição e relações humanas, sempre com forte apelo emocional.