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Setor mineral brasileiro estima investimento de US$ 76,9 bilhões entre 2026 e 2030

Projeção do IBRAM para o período representa crescimento de 12,5% em relação aos investimentos previstos anteriormente; minerais críticos devem receber US$ 21,3 bilhões

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Mineração a céu aberto
Mineração a céu aberto • Reprodução

Entre 2026 e 2030, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) estima que mais de US$ 76,9 bilhões serão investidos no setor mineral brasileiro. O valor representa um crescimento de 12,5% em relação ao período anterior. Do montante previsto, US$ 21,3 bilhões serão direcionados aos minerais críticos.

Investimentos por substância

No período estimado, os investimentos estão distribuídos entre diferentes substâncias minerais, além de aportes em áreas como ações socioambientais e logística. O minério de ferro concentra a maior parcela, com 25,8% do total, o equivalente a cerca de US$ 19,8 bilhões.

As ações socioambientais aparecem em seguida, com US$ 14,7 bilhões, ou 19,1% do total. Já a logística deve receber US$ 11,3 bilhões (14,7%), enquanto os investimentos em cobre somam US$ 8,6 bilhões (11,2%).

Importantes para o agronegócio, os fertilizantes devem concentrar US$ 6,9 bilhões, o equivalente a 8,9% dos investimentos previstos. Para o ouro, estão estimados US$ 2,5 bilhões (3,2%).

Entre os minerais associados à transição energética e às disputas geopolíticas, o níquel deve receber US$ 4,7 bilhões (6,2%), seguido pelas terras raras, com US$ 2,4 bilhões (3,1%). A previsão para a bauxita é de US$ 1,2 bilhão (1,6%), enquanto o lítio deve concentrar US$ 1,2 bilhão (1,5%). Também estão previstos investimentos em titânio, de US$ 900 milhões (1,2%), e zinco, de US$ 382 milhões (0,5%).

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Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), atualmente mestranda em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já atuou na Band Minas e na TV Alterosa.

 

 

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