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Inflação em BH avança mais que a média brasileira no início do ano

Segmentos que mais contribuíram para o avanço da inflação em Belo Horizonte foram Saúde e Cuidados Pessoais (0,81%), Educação (0,43%) e Despesas Pessoais (0,46%)

Por e 
Com IPCA abaixo do esperado, mercado reduz projeção para a inflação
Gastos com Saúde e Cuidados Pessoais registraram a maior alta em Belo Horizonte no mês de janeiro • Agência Brasil

Os belo-horizontinos iniciaram o ano enfrentando uma variação de 0,13% na prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). O percentual está ligeiramente acima da média nacional, que foi de 0,11%, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com os dados, os segmentos que mais contribuíram para o avanço da inflação em Belo Horizonte foram Saúde e Cuidados Pessoais (0,81%), Educação (0,43%) e Despesas Pessoais (0,46%) — todos registraram alta acima da média nacional para os respectivos grupos.

A inflação oficial do Brasil fechou 2024 em 4,83%, ultrapassando a meta do governo. O índice subiu em relação a 2023, quando ficou em 4,62%.

Em 2024, a meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) era de 3%, com um intervalo aceitável entre 1,5% e 4,5%.

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Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio

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É jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Cearense criado na capital federal, tem passagens pelo Poder360, Metrópoles e O Globo. Em São Paulo, foi trainee de O Estado de S. Paulo, produtor do Jornal da Record, da TV Record, e repórter da Consultor Jurídico. Está na Itatiaia desde novembro de 2023.

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