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Inflação em BH acelera em dezembro e fecha 2025 em 4,56%

Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) medido pelo Ipead foi impulsionado por produtos não alimentares em 2025

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O impacto da volta dos impostos ao consumidor seria ainda maior não fosse a redução praticada pela Petrobras nos preços válidos em suas refinarias
Gasolina foi o principal produto que influenciou a alta da inflação em dezembro • Marcelo Camargo | Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em Belo Horizonte, medido pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), acelerou 0,42% em dezembro e fechou o 2025 em 4,56%. Os dados consolidados foram divulgados nesta quarta-feira (7), enquanto a inflação oficial será compartilhada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (9).

Segundo o Ipead, a maior contribuição para alta em dezembro foi o preço da gasolina comum, que subiu 3,05% em Belo Horizonte, contribuindo na variação do indicador em 0,11 ponto percentual (p.p), seguido pela alta de 2,04% no preço das refeições fora de casa (0,11 p.p no IPCA).

Por outro lado, o preço da tarifa da energia elétrica contribuiu para segurar a inflação, com a diminuição da bandeira tarifária, resultando em um recuo de 3,22% e impactando o IPCA-BH em -0,11 p.p. A segunda maior contribuição negativa para o índice é na tarifa de ônibus, que teve uma queda de 2,33% (-0,06 p.p), com a entrada em vigor da tarifa zero aos domingos e feriados.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.