Saiba os principais motivos de reclamações da Black Friday
Monitoramento em tempo real do Reclame Aqui revela os principais motivos de protesto na maratona de compras

A plataforma Reclame Aqui está monitorando as milhares de reclamações que são registradas no site na Black Friday, nesta sexta-feira (28), compartilhando estatísticas em tempo real dos principais problemas enfrentados pelos consumidores. Segundo o levantamento, 23,14% das reclamações estão relacionadas a atraso na entrega, seguido por problemas com o produto não recebido (11.97%).
O monitoramento começou por volta de 12h dessa quarta-feira (16). A última atualização foi computada às 15h desta sexta. O terceiro motivo que reúne mais reclamações é a propaganda enganosa, a famosa “black fraude”, com 11,09% dos registros.
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Os consumidores ainda registram reclamações em relação ao estorno do valor pago (6,74%), quando há um arrependimento ou pedido de devolução da compra. Cobrança indevida reúne 4,85% das reclamações, seguido por problemas no cancelamento do pedido (3,68%).
Produto com defeito foi o motivo da reclamação de 3,34% dos consumidores, enquanto a entrega de um produto errado motivou 2,57% dos registros, e problemas na troca ou devolução no produto teve 2,23% das reclamações. Outros problemas, não especificados na pesquisa, reúnem 6,97% das reclamações.
Reclamações por produtos
O monitoramento do Reclame Aqui ainda registrou as reclamações por produtos comprados. Líder a lista os protestos em relação a compra de tênis, com 7,26%, seguido por celular, com 4,8%. Cartão de crédito aparece na sequência com 4,28% das reclamações, com televisão na sequência (4,17%)
Problemas com serviços de cadastro e assinatura fecham o TOP 5 das reclamações, com 3,82% dos registros. Entrega (3,29%) e serviço de entrega (2,56%), também aparecem com destaque. Fecham a lista os registros de reclamações com perfume (2,27%), geladeira ou refrigerador (2,19%) e jogos (1,95%).
Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.



