Exposição no Rio de Janeiro revela o papel estratégico da preservação na visão da Vale

‘Presenças na Amazônia’ destaca como a conservação ambiental e a inovação tecnológica caminham juntas na estratégia de 40 anos da Vale na região norte

Exposição Presenças na Amazônia

Enquanto o mundo volta os olhos para a crise climática, a exposição ‘Presenças na Amazônia’ surge como um manifesto visual sobre a coexistência entre o desenvolvimento econômico e a floresta em pé. Realizada pela Vale, a mostra celebra os 40 anos de atuação da companhia na região, onde ela ajuda a conservar cerca de 800 mil hectares de floresta — uma área equivalente a seis vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro.

Grazielle Parenti, Vice-Presidente Executiva de Sustentabilidade da Vale, ressalta que o objetivo é “provocar reflexões e novas formas de atuarmos pelo presente e pelo futuro”.

Um dos destaques práticos dessa visão é a presença do trabalho de artesãos locais, como Joel Cordeiro da Silva. Criador de uma startup que utiliza o miriti (fibra de uma palmeira amazônica) para produzir móveis e peças de arquitetura, Joel hoje gera renda para 200 famílias em Abaetetuba.

“Antes, o miriti era visto como frágil. Hoje, com tecnologia e design, ele chega ao mercado como um produto sustentável de alto valor”, explica Joel. A exposição reforça que a bioeconomia é o caminho para manter a floresta viva, valorizando saberes tradicionais e os unindo às cadeias de consumo do Sul e Sudeste do Brasil.

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Giovanna Damião é jornalista da televisão, digital e do rádio. Desde 2020 como social media e redatora na televisão e, mais recentemente, atuando como apresentadora e repórter da editoria de cultura. Com versatilidade no jornalismo, caminha pela música, eventos, esportes e entretenimento.

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