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MST quer solução do governo para o “Natal Sem Terra”

A manifestação do MST e os preços do arroz e do feijão, você confere com Valdir Barbosa…

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MST • Edson Costa / Itatiaia

Amigas e amigos do agro!

Se a carne, o café e os produtos importados vão acompanhando a disparada do dólar, a dupla queridinha na mesa dos brasileiros, arroz e feijão, não preocupa a dona de casa nas festas de fim de fim ano.

Os preços do arroz estão em ligeira queda e o feijão não sobe a um bom tempo e não há nenhum indicativo de aumento porque há estoque suficiente para a passagem do ano.

O trigo é outro grão que vem mantendo estabilidade e até queda no preço em dezembro o que tranquiliza o consumidor, quando se fala no pão de sal, bolos e biscoitos. O açúcar, também indispensável na cozinha vem oscilando mas sem anunciar aumento.

MST volta a pressionar o governo!

Líder do Movimento dos Sem Terra, Joao Pedro Stedile, afirmou ao jornal Folha de São Paulo que o movimento está cansado das promessas feitas pelo governo Lula, depois de 2 anos no poder.

Segundo Stédile, não bastam mais propaganda, retórica, eventos e atos no Palácio do Planalto. Há 2 anos se fala em pacotes e promessas embaladas como presente de natal.

Stédile afirma que, apesar da boa vontade de Lula, as politicas publicas não estão chegando aos mais pobres das periferias e do campo.

Bastou a entrevista do líder do MST na Folha de SP, para que o ministro do desenvolvimento social Paulo Teixeira, já informasse o lançamento de um novo pacote, ainda esse ano, a favor dos agricultores familiares.

Um dos ítens é o “desenrola”,renegociação de dívidas com os bancos, além de novos créditos e novas áreas para a reforma agrária. Também será apresentado um sistema de assistência tecnica e extensão rural.

O ministro revelou que até o fim do ano cerca de 15 mil pessoas serão assentadas e outras 70 mil incorporadas ao programa da reforma agrária.

Itatiaia agro, Valdir Barbosa…

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Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.