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Viana tenta acordo para prorrogar CPMI do INSS por tempo máximo de 30 dias

Prazo é quatro vezes menor que o pedido inicialmente

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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG) • Itatiaia.

Sem sucesso no pedido de prorrogação da CPMI do INSS, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), tenta uma última cartada e reduz o prazo para 25% do acréscimo pedido inicialmente.

O requerimento apresentado pelos parlamentares para avaliação do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), é de 120 dias. Viana já trabalhava com a hipótese de apenas 60 dias, isso porque senadores e deputados sabem que, quanto mais próximo do período eleitoral, menor a possibilidade de Alcolumbre aceitar o pedido.

Acordo

Por último, Viana reduziu mais uma vez a meta na tentativa de impedir que a CPMI seja encerrada no dia 26 de março, quando termina o prazo regimental. O senador tenta negociar uma nova data entre oposição e base governista — que está praticamente rompida com o parlamentar após a votação do requerimento de convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

STF

O senador chegou a ensaiar protocolar também um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar judicializar a prorrogação, mas a iniciativa não avançou.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

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