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Presidente do IPHAN deve ser candidato de Lula ao Governo do DF

Leandro Grass se filiou ao PT e vai buscar unidade com o PSB, que tem como pré-candidato Cappelli, ex-interventor de segurança no DF depois do 8 de janeiro

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TSE derruba condenação e Leandro Grass deixa de ser inelegível | CNN Brasil
Leandro Grass, presidente do IPHAN| CNN Brasil • Créditos: CNN Brasil

O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Leandro Grass, deve ser o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao governo do Distrito Federal. Em 2022, ele disputou o cargo pelo Partido Verde, mas ficou em segundo lugar, perdendo a disputa para o governador reeleito Ibaneis Rocha (MDB).

Grass se filiou ao PT, na última quinta-feira (24), em evento com a presença da primeira-dama Janja. O Partido dos Trabalhadores vai buscar composição com o PSB, legenda de Ricardo Capelli, que era braço direito de Flávio Dino no Ministério da Justiça e foi nomeado interventor na Segurança Pública no Distrito Federal após os ataques do 8 de janeiro. O Partido dos Trabalhadores quer formar uma coligação única com os oito partidos da centro- esquerda.

Capelli é presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e, desde o inicio do ano, tem 'morado', em alguns dias da semana, nas casas de moradores das regiões administrativas. Segundo o político, que pretende disputar o governo do estado em 2026, o objetivo é conhecer os problemas do Distrito Federal.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.