Parlamentares avaliam que é hora de Moraes ‘pedir pra sair’
Nos corredores do STF, a informação é de que ele vai resistir

Alguns integrantes do Congresso Nacional avaliam, nos bastidores, que, com o novo episódio do escândalo envolvendo Alexandre de Moraes e uma suposta ligação com o Banco Master, está na hora de o ministro “pedir pra sair”, ou seja, renunciar ou se afastar do Supremo Tribunal Federal (STF), para que a crise não afete ainda mais o Judiciário.
Algumas dessas fontes são contrárias à atuação do ministro de forma geral, mas há também políticos que enxergam em Moraes uma peça importante da democracia brasileira. Ainda assim, existe a avaliação de que essa sucessão de escândalos é insustentável e afeta não apenas o próprio ministro, mas também aqueles que, porventura, saírem em defesa dele, colocando sob pressão o Parlamento e até o Executivo.
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No entanto, nos corredores do Supremo Tribunal Federal, a informação é de que não há chances de Moraes pedir para sair. Além do desgaste, o episódio coloca os ministros da Corte em uma situação de constrangimento e até de confronto, já que um eventual pedido de abertura de investigação poderia passar pelo plenário.
Entre os políticos, há também aqueles que não acreditam na saída de Moraes, já que a permanência dele no cargo seria vista como uma proteção contra eventuais processos ou investidas de adversários.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



