Pacheco pode ser ministro de Lula?
A resposta é sim, mas não neste ano

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Congresso Nacional, é cotado para assumir um ministério no Governo Lula, mas isso não ocorrerá em 2024. Caso ocupe uma cadeira na Esplanada dos Ministérios será depois de fevereiro do ano que vem, após as eleições para a presidência da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Segundo fontes no parlamento, o nome do mineiro já teria sido citado por Lula entre líderes do Congresso Nacional. A escolha, se acontecer, passa por motivos variados, dentre eles estão: a relação republicana que Pacheco tem mantido com o governo federal à frente do Congresso Nacional; as negociações partidárias para as eleições municipais e nas casas legislativas; o fato de Pacheco ser um potencial candidato de Lula ao Governo de Minas em 2026.
Mesmo estando no cargo de senador, quanto mais visibilidade e possibilidade de entrega tiver a posição, mais competitiva pode ser uma possível candidatura dele ao Governo do Estado.
Se for escolhido ministro de Lula, Pacheco será o segundo mineiro e mais um peesedista no primeiro escalão. Até então, o Estado tem apenas um representante na cúpula do governo federal, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que é um aliado de primeria ordem de Pacheco.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



