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Indústria mineira apoia extensão de subsídio à gasolina, mas cobra responsabilidade fiscal

Fiemg avalia que benefício ajuda a conter impactos da alta do petróleo sobre inflação e custos produtivos, mas alerta para efeitos nas contas públicas

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Expansão da economia global deve passar por uma desaceleração com os impactos da guerra no Oriente Médio
Imagem em um posto de combustível • Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (24), a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) disse que acompanha com atenção o anúncio feito pelo Ministério da Fazenda, da prorrogação, por mais um mês, o subsídio de R$ 0,44 por litro de gasolina. Instituída em maio, a medida busca reduzir a transmissão da alta internacional do petróleo, provocada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, para os preços dos combustíveis no mercado brasileiro.

Entenda por que a indústria apoia o subsídio à gasolina, mas cobra responsabilidade fiscal

Nova regra da Caixa para trabalhadores de aplicativos anima mercado imobiliário; entenda

Anunciada na última terça-feira (21) pela Caixa Econômica Federal (CEF), a mudança que permite o uso dos extratos de recebimentos fornecidos por aplicativos de mobilidade e plataformas de delivery como comprovante de renda formal na contratação de financiamentos imobiliários por profissionais do setor deve aquecer o mercado e ampliar o acesso ao crédito habitacional. Os impactos devem ser sentidos principalmente na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em cidades como Contagem, Betim, Ribeirão das Neves e Santa Luzia, e em polos do interior como Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Juiz de Fora, na Zona da Mata, e Montes Claros, no Norte de Minas.

Saiba o que muda no crédito imobiliário para trabalhadores de aplicativos

Consumo de etanol tem potencial de crescimento em Minas Gerais

O setor sucroenergético vê potencial para crescimento do consumo de etanol em Minas Gerais e espaço para que isso aconteça em razão da maior parte da frota de veículos ser flex. A expectativa é que a demanda volte a atingir números consistentes do passado. Conforme o presidente da Associação da Indústria da Bioenergia e do Açúcar de Minas Gerais (Siamig Bioenergia), Mário Campos, o etanol representa atualmente apenas 21% do ciclo Otto no Estado, indicador que combina vendas de etanol hidratado e gasolina comum. Anteriormente, o biocombustível chegou a ter participação de 36%.

Entenda por que o consumo de etanol ainda está abaixo do potencial em Minas

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