Nesta sexta-feira (30), a
O período, conhecido como “Maio Laranja”, faz parte de uma campanha educativa nacional que atua na prevenção e no combate de crimes sexuais que vitimam menores de idade.
Além das prisões, foram requeridas mais de 70 medidas protetivas, cerca de 100 procedimentos instaurados e 40 inquéritos concluídos. A PCMG visitou 25 escolas para a realização de ações educativas.
Da esquerda para direita: investigador Wesley Boy e delegados Danúbia Quadros, Larissa Mayerhofer e Diego Lopes
Violência deixa sinais
Neste ano, a campanha da corporação reforçou que a
“Muitas das vezes, elas têm medo e são coagidas a não contar que estão sendo vítimas desses abusos. Só que elas podem começar a ter ações comportamentais que podem indicar que algo está errado e que ali precisa de uma intervenção do adulto”, disse.
Para crianças, o delegado detalha casos de crianças introspectivas que rapidamente mudam e ficar “extremamente bagunceiros, nervosas e agitadas”. Ou, então, quando acontece o inverso: crianças alegres começam a se esconder.
Em adolescentes, Diego Lopes cita um sinal característico de vítimas de abuso: a automutilação.