A Polícia Civil encontrou vestígios de sangue no carro usado por Monique Ferreira, que foi morta no início de fevereiro. O carro, que era alugado, também era usado pelo namorado da jovem, o engenheiro Luiz Gustavo Lopes da Silva, que
A polícia realizou, na noite desta sexta-feira (3), uma perícia complementar no veículo, quando encontrou vestígios de sangue. A principal teoria é de que Luiz Gustavo, principal suspeito do crime, teria levado o
Em outra perícia realizada nesta semana no apartamento de Monique, no bairro Industrial em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, a polícia já havia encontrado outras marcas de sangue nos cômodos da casa e no colchão.
A principal suspeita é que, no dia do desaparecimento, Monique tenha chegado em casa da academia pouco antes das 22h, fato que foi registrado no rastreador do carro que ela estava dirigindo. Assim que ela chega no apartamento, a jovem teria descoberto algo sobre o companheiro e
A polícia acredita que, neste momento, o engenheiro teria agredido Monique com um soco no rosto, o que explicaria o sangue. Ela teria se escondido no banheiro e o homem, então, teria arrombado a porta e matado Monique enforcada em cima do colchão.
A principal suspeita é de que Monique só foi deixada no Viaduto das Almas alguns dias depois do assassinato. Nesse meio tempo, o suspeito teria enrolado o corpo da mulher em um cobertor e em plástico bolha, fazendo uma espécie de casulo para o cadáver.
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