A Polícia Civil confirmou a conclusão da
A Secretaria de Segurança Pública afirmou que a autoridade policial segue aguardando o resultados dos laudos periciais para dar continuidade nas investigações.
“A família sempre apoiou [a exumação]. A família busca a verdade”, disse o advogado Miguel Silva à Itatiaia.
Corpo da PM foi encontrado no banheiro
A militar foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, no Brás, região central da capital paulista.
O caso, inicialmente, foi tratado como suicídio. No entanto, após diligências realizadas e suspeitas de que Gisele e seu marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, mantinham um relacionamento abusivo, o caso começou a ser tratado como “morte suspeita”. Familiares chegaram a levantar a suspeita de feminicídio.
Marido afirma que a esposa se matou
Em depoimento à polícia, o tenente-coronel afirmou que decidiu se separar e comunicou a decisão à esposa na manhã do dia 18 de fevereiro. Segundo ele, ela reagiu de forma exaltada e o mandou sair do quarto.
Na sequência, ele afirma que foi tomar banho e, cerca de um minuto depois, ouviu um disparo. Ao sair do banheiro, afirmou ter encontrado Gisele caída no chão, com sangramento na cabeça e segurando a arma.
O tenente-coronel relatou que abriu a porta do apartamento, acionou o resgate e a Polícia Militar, além de telefonar para um amigo. Caso está sob segredo de justiça.
A Polícia Civil fez a reconstituição da morte na residência do casal, na última segunda-feira (2). A instituição afirma que continua com as apurações.
Em nota, o Tribunal de Justiça de São Paulo informou que o caso e o processo de exumação tramitam sob segredo de Justiça e por isso não pode conceder mais informações.
Procurada, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que os laudos periciais que já foram concluídos estão sendo analisados pela autoridade policial.