Justiça marca julgamento de corinthiano que matou esposa palmeirense em SP
Mulher foi morta a facadas pelo marido após uma discussão de futebol

A Justiça de São Paulo marcou a data do julgamento do empresário Leonardo Souza Ceschini, acusado de matar a esposa Érica Fernandes Alves Ceschini, à época com 34 anos, após uma discussão de futebol.
Em decisão assinada pela juíza Isadora Botti Beraldo Moro, o júri do empresário deverá ocorrer no dia 31 de agosto de 2026, às 12h30, no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo.
Relembre o crime
O caso aconteceu no dia 30 de janeiro de 2021, após a final da Copa Libertadores da América entre Palmeiras e Santos, que terminou 1x0 para o Palmeiras.
Leonardo torcia para o Corinthians, enquanto Érica torcia para o Palmeiras, times rivais em São Paulo. Após a final, eles brigaram e, em certo momento, segundo Leonardo, Érica o feriu no abdômen com uma faca.
Ele conseguiu tomar a faca dela e desferiu vários golpes no peito, nas costas e nas pernas dela. Os filhos gêmeos do casal, segundo as investigações, estavam na residência no momento do crime.
Quando a polícia chegou ao local, encontrou Érica deitada no chão com uma grande mancha de sangue ao redor. Ela foi declarada morta no local.
Leonardo chegou a dizer para os policiais que Érica o agrediu com a faca e se suicidou em seguida, porém, posteriormente, desmentiu a declaração.
Na época, ele foi preso em flagrante, mas foi liberado.
A Itatiaia não localizou a defesa de Leonardo Souza Ceschini. O espaço segue aberto para posicionamento.
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.
Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.




