Uma aluna da academia onde a professora
Segundo o registro policial feito pela mulher, de 29 anos, após a realização de uma aula de natação no último sábado (7), ela começou a apresentar dores de cabeça, vômito e diarreia. Em seguida, os sintomas pioraram, momento em que a vítima decidiu buscar atendimento médico e foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Luiz Tatuapé.
Além da mulher, outras quatro pessoas chegaram a ser internadas após a aula de natação. Segundo relatos de testemunhas, os alunos perceberam um forte odor químico, seguido de ardência nos olhos, no nariz e nos pulmões, além de episódios de vômito.
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Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, os alunos foram vítimas de intoxicação por cloro adulterado. Dian afirmou que o cloro colocado na água estava misturado com um produto ainda não identificado.
Morte de professora
Juliana passou mal na recepção da academia após a intoxicação. Ela chegou a ser socorrida em um hospital de Santo André, mas não resistiu após sofrer uma parada cardíaca. O
O marido da mulher, Vinicius de Oliveira, e um adolescente de 14 anos, também foram hospitalizados, enquanto outras duas pessoas, identificadas como Eduardo e Tabata, foram liberadas após serem medicadas.
A CNN Brasil apurou que
Além disso, segundo relatos de alunos e do gerente da academia à polícia, o manobrista do local é o responsável pelo preparo do produto jogado na água. Os agentes do 42° DP, que investiga o caso, analisam as imagens para verificar se há alguma evidência de mistura de produto químico na piscina.
Em nota, a direção da Academia C4 GYM lamentou o ocorrido, afirmou ter prestado atendimento imediato aos envolvidos e informou que está colaborando com as investigações.