Justiça determina apreensão de menor investigado em caso de estupro coletivo no Rio

Jovem de 17 anos não foi encontrado no endereço informado e é procurado pela Polícia Civil; investigação aponta possível envolvimento em dois episódios com dinâmica semelhante

Justiça manda apreender menor investigado em caso de estupro coletivo no Rio

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro expediu um mandado de busca e apreensão contra o adolescente de 17 anos investigado por participação em um caso de estupro coletivo. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (6). O jovem não foi encontrado no endereço informado e, por isso, está sendo procurado pela Polícia Civil.

De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a Promotoria passou a defender a internação provisória do adolescente depois que a polícia apresentou novos elementos à investigação.

Nessa quinta (5), a Justiça manteve a prisão de dois acusados do estupro durante a audiência de custódia, e nesta sexta-feira (6), será realizada a audiência dos outros dois suspeitos.

As informações apontam para o possível envolvimento do jovem em outro episódio de estupro coletivo com dinâmica semelhante. Com base nesses indícios, o Ministério Público se manifestou a favor do pedido de internação provisória.

    No primeiro caso o jovem é investigado por estuprar uma adolescente de 17 anos, no dia 31 de dezembro, quando a jovem recebeu um convite para sair. Quatro homens foram indiciados pelo crime de estupro com concurso de pessoas. São eles: Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho.

    O segundo caso é de uma menina que foi estuprada aos 14 anos, em que foi convidada pelo menor para ir até um apartamento, onde pelo menso três rapazes atupraram e a agrediram.

    Ainda conforme a polícia, o jovem sumiu com os documentos e também um computador. O adolescente é investigado por ato infracional análogo ao crime.

    Inicialmente, quando o caso foi encaminhado ao Ministério Público, a Promotoria apresentou uma representação socioeducativa contra o adolescente, mas não pediu a internação provisória. Naquele momento, não havia solicitação formal da autoridade policial nem elementos que justificassem a medida.

    A Polícia Civil continua as buscas pelo adolescente para cumprir a decisão da Justiça.

    Leia também

    Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o ‘Tá Sabendo’ no Instagram da Itatiaia.
    Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

    Ouvindo...