A atriz e influenciadora Sherazade Medina denunciou ter sido vítimas de intimidações do ex-subsecretário estadual do Rio de Janeiro, José Carlos Costa Simonin. O homem é pai de Vitor Hugo Simonin, um dos
No vídeo, publicado em seu perfil no Instagram, que acumula quase meio milhão de seguidores, a famosa contou que registrou formalmente uma queixa contra o ex-subsecretário. No relato, ela ainda citou e exibiu capturas de tela de mensagens misóginas enviadas à ela por Simonin.
A mulher ainda alertou que a atitude do ex-subsecretário pode levar a prisão preventiva do homem, por “coação no curso do processo”.
“Eu não sei se é uma boa ideia você me intimidar, senhor Simonin. Até porque essa sua atitude pode configurar coação no curso do processo e o senhor ter a sua prisão preventiva decretada. Será que um fruto realmente não cai longe do pé? De toda forma, senhor Simonin, fica aqui registrado o meu aviso. Eu não vou me calar. Eu não tenho medo de morrer. E se eu cair, eu vou cair atirando”, comentou Sherazade.
Em uma das capturas de tela exibidas pela atriz, é possível ver a mensagem recebida de Simonin. O homem disse para a influenciadora “esconder os peitos” e perguntou sobre a filha da mulher. Confira:
Atriz teria sido intimidada após comentar publicamente sobre caso de estupro coletivo em que filho de sub-secretário é acusado
A Itatiaia entrou em contato com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que confirmou o registro da denúncia da influenciadora contra o ex-subcretário. A pasta ainda diz que “diligências estão em andamento para apurar os fatos”, ou seja, que vai investigar a queixa da atriz.
Estupro coletivo no RJ
O crime aconteceu no dia 31 de janeiro desse ano, 2026. De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), a vítima contou aos investigadores que recebeu uma mensagem enviada por um aluno da mesma escola em que estuda, com quem ela já se relacionou entre 2023 e 2024. No texto, ele a convidava para ir até o apartamento de um amigo.
No prédio, a adolescente foi conduzida até um quarto do apartamento, onde quatro homens e um menor de idade passaram a insistir que ela mantivesse relações sexuais com eles. Mesmo após a vítima recusar, o grupo teria se despido e abusado da menina, cometendo violência física e psicológica.
A vítima relatou que levou tapas, socos e um chute na região abdominal e que tentou sair do quarto, mas foi impedida. O exame de corpo de delito apontou lesões compatíveis com violência física como escoriação na região genital, além de sangue no canal vaginal.
A polícia acredita que o crime tenha sido uma emboscada planejada. Se condenados, os envolvidos podem pegar quase 20 anos de prisão.
Todos os acusados, inclusive o adolescente, já