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Vacina tríplice viral: mais de 20% das crianças com até 2 anos em MG não receberam o reforço

O imunizante está disponível para pessoas de 12 meses a 59 anos, sendo recomendadas duas doses até 29 anos e uma dose de 30 a 59 anos

Por e 
Ministério da Saúde inclui novo grupo prioritário para vacinação contra o HPV | CNN Brasil
Ministério da Saúde inclui novo grupo prioritário para vacinação contra o HPV | CNN Brasil • Créditos: CNN Brasil

A cada dez crianças de até um ano levadas pelos pais ou responsáveis aos postos de saúde para tomar a vacina da tríplice viral (imunizante protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola), duas não são levadas de volta até completar dois anos. Esse é o grande desafio das autoridades de Minas Gerais: fazer com que os pais levem os filhos para completar todo o ciclo vacinal.

"O governo vem fazendo uma série de ações: temos o programa Vacina Mais Minas, no qual as vacinais vão rodar todas as cidades do estado, e os R$ 155 milhões dos bônus aos municípios que vão recuperar as taxas de cobertura vacinal para fazer ações nas escolas”, disse Eduardo Prosdocimi, subsecretário de vigilância em saúde da secretaria estadual.

A boa notícia é que, segundo o Governo Federal, o estado não registra casos autóctones (com transmissão em território nacional) de sarampo desde 2020, quando os últimos 22 foram identificados. Na última quarta-feira (5), o país completou dois anos sem casos autóctones da doença, ou seja, sem transmissão em território nacional.

Por isso, a imunização é fundamental. “Manter o nosso cartão em dia é sempre fundamental. As vacinas salvam vidas, as vacinas são seguras e a gente pede esse apoio de toda a população mineira”, finalizou o subsecretário.

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Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.