A cidade de
Segundo Salomão, em entrevista à GloboNews na manhã desta terça (24), o Rio Paraibuna, principal curso d'água da cidade, transbordou e saiu de sua calha, algo que não ocorria desde a década de 1940. Foram registrados
A prefeita relatou momentos de angústia durante a madrugada, com a persistência da tempestade. “Era uma chuva que não parava, eu rezava para a chuva passar. Foi algo inusitado, intenso e destrutivo”, afirmou a prefeita que classificou o atual momento como o “dia mais triste” de seu governo.
Resgate e interdições
Com a luz do dia nesta terça-feira, as ações foram intensificadas:
- Duas áreas já foram totalmente interditadas.
- Equipes trabalham na retirada de famílias em áreas de alto risco.
- Monitoramento contínuo em encostas e margens de rios.
“Nós moramos em uma cidade de muito risco. Nós nos preparamos, mas ontem foi algo inusitado”, lamentou Salomão, ressaltando que esta é a primeira vez em cinco anos de gestão que a cidade registra vítimas fatais por chuvas.
Tragédia na Zona da Mata
A cidade de Ubá também registrou forte temporal, com 7 mortes confirmadas no mesmo período. Somadas, as duas principais cidades da Zona da Mata já registram pelo menos 23 vítimas fatais.