Em vídeo publicado nas redes sociais, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), anunciou a criação de cinco núcleos para a organização de um plano de contenção das enchentes que deixam, ao menos, 22 pessoas mortas na Zona da Mata de Minas Gerais.
Entre os núcleos, estão o de recebimento de apoio humanitário, gerido pelo vice-prefeito Marcelo Detoni (PSB), e o de deslocamento, que busca facilitar o fluxo de trânsito na cidade. Margarida reforça que as pessoas devem sair de casa apenas em situações de emergência, tendo em vista o risco apresentado em face das enchentes que seguem.
Segundo ela, mais de 150 bombeiros do estado estão em deslocamento até Juiz de Fora para reforçar o contingente em atuação no município. A Defesa Civil do governo federal também deve apoiar os resgates.
Três escolas da cidade servem como ponto de apoio e acolhimento em meio às tragédias. São elas:
- Escola Municipal Amélia Pires, Rua Itatiaia, 570 - Monte Castelo;
- Escola Municipal Murilo Mendes, bairro Alto Grajaú;
- Escola Municipal Nilo Camilo Ayupe, bairro Paineiras.
Até o momento, foram registradas ao menos 16 mortes em Juiz de Fora durante as ocorrências de chuva. A cidade vizinha, Ubá, também apresentou ocorrências graves durante o temporal e registra seis mortes no período.
A cidade recebeu um volume de chuva de 200 mm durante o dia e um acumulado de 584 mm durante o mês de fevereiro. O número é o
Matias Barbosa
O prefeito de Matias Barbosa, Mauricio dos Reis Domingos (PSB), também na Zona da Mata, decretou oficialmente Estado de Calamidade Pública diante das enchentes que atingem a região.
Em nota, a prefeitura afirmou que “a medida tem como objetivo viabilizar o acesso a recursos do Governo Federal, agilizar ações emergenciais e garantir o atendimento às famílias afetadas”.
(Sob supervisão de Alex Araújo)